Os ciganos reconhecem nos animais, através de sua natureza, suas qualidades, seus códigos, suas leis e, assim, inspiraram-se neles para estabelecer sinais secretos de comunicação com a sabedoria.
Águia
Representa a liberdade, a altivez, a força para ser livre.
Seu símbolo é o alvo a ser atingido.
Garça
È considerada uma ave cigana por ser incapaz de verter lágrimas de dor.
È uma ave sagrada.
Rato
Símbolo de perdas e prejuízos, problemas de saúde.
LOBO
Símbolo de força, lealdade e honra, pois só mata para se alimentar ou para eliminar um adversário.
Antigamente os lobos eram companheiros dos ciganos e não atacavam seus cavalos por lealdade.
SAPO
Simboliza a sabedoria, luz e feminilidade, potencial magnético ( usado para magias ).
GATO
Representa a prudência, cautela, paciência, capacidade de esperar o momento certo, independência e disponibilidade
POMBA
Desprezada pelos ciganos, pois não tem vontade própria e se deixa domesticar e abater sem resistência.
A pomba tem também grande significado se ela for escura, serve na magia, para afastar espíritos malignos; se for branca, representa a pureza, humildade, simplicidade, é ave conciliadora.
CORVO
Representa a justiça, boa sorte e sabedoria, é o único animal que se prejudicar seu semelhante, suicida-se. Para o cigano, mais vale morrer, do que viver sem honra.
SERPENTE
Significa a força, energia, feminilidade, sexo, boa sorte.
LAGARTO
Símbolo da fragilidade, pois perde a cauda quando o querem pegar.
fonte:pesquisa Day Paes
domingo, 20 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
POEMA CARMENCITA
Cigana morena Cigana espanhola Que ama tocar castanholas
Cigana Carmencita,minha cigana bonita
Minha cigana encantada Cigana iluminada Fada,faceira!
Carmencita brilha em volta da fogueira Dança e enfeitiça Com seu pandeiro de fitas coloridas E tiara de flores nos longos cabelos negros
Com seu olhar penetrante Guarda os mistérios da vida
Enche de emoção nosso coração
Quando gira seus pés no chão Carmencita é bonita
Com sua saia rodada abre meus caminhos Nesta longa caminhada
É minha luz,é minha guia Bonita cigana da Andaluzia
Protege-me noite e dia
Com perfume de jasmim Com suas cartas sagradas Com a energia das pedras trabalha
Esta no sol,esta na lua é vento que refrigera minha alma
Em sua caravana ninguém ela engana
Carmencita minha andaluza cigana!
Salve La Banda,Carmencita Cigana!
Adriana Rodrigues Torres
Cigana Carmencita,minha cigana bonita
Minha cigana encantada Cigana iluminada Fada,faceira!
Carmencita brilha em volta da fogueira Dança e enfeitiça Com seu pandeiro de fitas coloridas E tiara de flores nos longos cabelos negros
Com seu olhar penetrante Guarda os mistérios da vida
Enche de emoção nosso coração
Quando gira seus pés no chão Carmencita é bonita
Com sua saia rodada abre meus caminhos Nesta longa caminhada
É minha luz,é minha guia Bonita cigana da Andaluzia
Protege-me noite e dia
Com perfume de jasmim Com suas cartas sagradas Com a energia das pedras trabalha
Esta no sol,esta na lua é vento que refrigera minha alma
Em sua caravana ninguém ela engana
Carmencita minha andaluza cigana!
Salve La Banda,Carmencita Cigana!
Adriana Rodrigues Torres
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
BANDEIRA CIGANA
A Bandeira Cigana é feita de duas listras, sendo uma azul e outra verde; e uma roda vermelha no centro.
A faixa azul, além de representar “o teto de liberdade”, simboliza também a busca por Deus.
A faixa verde significa "a terra coberta de grama", pois para o cigano a terra por onde ele anda e pisa é a sua pátria.
A Roda é o símbolo tradicional da vida nômade, do ir e vir, e das diversas encarnações.
O vermelho lembra o sangue derramado no passado, mas também ressalta a alegria de viver deste povo.
A Roda, que toca o azul e o verde simultaneamente, faz alusão aos caminhos que os ciganos percorrem: da Alma e da Terra.
A faixa azul, além de representar “o teto de liberdade”, simboliza também a busca por Deus.
A faixa verde significa "a terra coberta de grama", pois para o cigano a terra por onde ele anda e pisa é a sua pátria.
A Roda é o símbolo tradicional da vida nômade, do ir e vir, e das diversas encarnações.
O vermelho lembra o sangue derramado no passado, mas também ressalta a alegria de viver deste povo.
A Roda, que toca o azul e o verde simultaneamente, faz alusão aos caminhos que os ciganos percorrem: da Alma e da Terra.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
ORÁCULOS CIGANOS
Os ciganos tem a tradição de ler a sorte, para isso usam seus dons e os aprendizados que foram passados oralmente de geração a geração.
Oráculos utilizados pelos ciganos:
Acutomancia:
Previsões por meio de agulhas.
Bola de cristal:
Utilizada geralmente por mulheres como clarividência .
Elas se concentram e conseguem visualizar imagens do presente e do futuro na bola de cristal.
Cafeomancia:
Análise da borra de café.
Cartomancia:
Leitura da sorte através de cartas do baralho cigano.
Ceromancia:
Análise feita por meio de cera quente , pingada sobre uma superfície seca ou com água.
Cristalomancia:
Adivinhações por pedras preciosas ( cristais).
Dadomancia:
Leitura da sorte nos dados.
Jogo das patacas:
Jogado por homens e mulheres que utilizam as moedas como meio de prever e orientar.
Jogo de sementes:
Alguns ciganos homens costumam fazer análise por meio de caroços de frutas.
Piromania:
Leitura da sorte na chama da vela.
Quiromancia:
A leitura das linhas das mãos é habitual nas mulheres ciganas , sendo aprendida desde criança.
Oráculos utilizados pelos ciganos:
Acutomancia:
Previsões por meio de agulhas.
Bola de cristal:
Utilizada geralmente por mulheres como clarividência .
Elas se concentram e conseguem visualizar imagens do presente e do futuro na bola de cristal.
Cafeomancia:
Análise da borra de café.
Cartomancia:
Leitura da sorte através de cartas do baralho cigano.
Ceromancia:
Análise feita por meio de cera quente , pingada sobre uma superfície seca ou com água.
Cristalomancia:
Adivinhações por pedras preciosas ( cristais).
Dadomancia:
Leitura da sorte nos dados.
Jogo das patacas:
Jogado por homens e mulheres que utilizam as moedas como meio de prever e orientar.
Jogo de sementes:
Alguns ciganos homens costumam fazer análise por meio de caroços de frutas.
Piromania:
Leitura da sorte na chama da vela.
Quiromancia:
A leitura das linhas das mãos é habitual nas mulheres ciganas , sendo aprendida desde criança.
CIGANO PABLO
Vivi nesta terra a muito e muito tempo atrás. Quando vivo, chefiava uma tribo de ciganos que na maior parte do tempo acampava pelas terras de Andaluzia, como em minha tribo as tradições eram passadas de geração para geração e de pai para filho, herdei a chefia da tribo ainda jovem de meu pai.
Aprendi tudo que era necessário aprender com os antigos da tribo, que para nós ciganos, são as pessoas mais sábias sobre a face da terra.
Durante o tempo em que chefiei a tribo sempre recorri a eles em busca de sabedoria para solucionar problemas ou quando tinha dúvidas ou quando necessitava tomar qualquer decisão que fosse de maior responsabilidade, nunca gostei de tomar qualquer decisão, sem antes consultar a sabedoria dos antigos.
Quando nasci, fui prometido como todos os ciganos a filha de um dos ciganos da tribo, crescemos juntos e aprendemos a gostar um do outro e assim foi até atingirmos a idade necessária para contrairmos o matrimonio, enquanto isso aprendi com os antigos, todos os truques e todas as magias ciganas.
E assim fiz, desencarnei nas mãos de um jovem cigano irado com o fato de meu filho ter desonrado a sua prometida. Deixei em desgraça uma jovem mulher e três filhos rezando a Santa Sara para que cuidasse de todos.
Durante o tempo que me foi permitido velar por minha tribo e minha família, fiquei ao lado de todos tentando colocar algum juízo na cabeça de meu filho, esperando que depois do fato acontecido ele resolvesse aceitar o seu destino, mesmo depois de tudo o que fiz, esse meu filho ainda se rebelou com o que fiz, continuou em sua busca de algo que nem ele sabia o que era.
Nessa sua busca desse algo, foi levando em seus passos o meu segundo filho, que sem o pai, estava completamente envolvido pelo irmão mais velho, tentei de todas as maneiras que pude e me foi permitido, influenciar ao primogênito o sentido de dever, não conseguindo meu intento e vendo que o meu tempo estava se escoando, fiz o que qualquer pai amoroso faria, mudei o meu objetivo para o segundo filho, que com mais jeito que o mais velho aceitou tudo o que eu pude passar para ele.
Descobri então que com o segundo filho, tudo era mais fácil, pois, este já trazia de berço todos os dons que me foram passados por gerações, então investi neste, sempre com o intuito de regenerar o mais velho, indicando ao mais novo o caminho dos antigos, fiz com que este filho conseguisse com o seu carinho trazer o mais velho de volta, pois o segundo filho mostrou-se mais sábio que o pai e abrindo os olhos do primeiro filho o trouxe para o seio da tribo.
Depois de regenerado o meu primeiro filho retomou o seu lugar na tribo, ocupou o meu lugar, o qual o meu segundo filho controlou com muita sabedoria, ate a volta do irmão. Ai eu pude seguir o meu caminho no astral ate o dia em que pude tornar a encontrar a minha amada, e voltar a montar a minha tribo no astral.
DESCRIÇÃO
Era moreno, de cabelos castanhos cacheados que iam até os ombros, costeletas e barbicha. Seus olhos eram esverdeados.
Quando fazia o seu pó e as suas magias, Pablo usava blusão verde-claro de mangas curtas, por cima usava um colete verde-folha; a calça era da mesma cor do colete, assim como o lenço que usava na cabeça, amarrado para o lado esquerdo.
Em dias de festa ele usava um blusão branco com mangas compridas bufantes e calças bufantes da mesma cor. Em cima do blusão vestia um colete de veludo azul-turquesa rebordado em pedras coloridas em tons claros. Na cintura usava uma faixa azul-clara brilhosa, na qual prendia o seu punhal de cabo de madrepérola. Na cabeça ele colocava um lenço azul-claro amarrado para o lado esquerdo.
Seus adereços
Pablo usava na orelha direita uma argola de ouro com uma minúscula turquesa. No pescoço ele trazia um cordão de ouro com um pingente em forma de dado, também feito de ouro.
Sua magia
Esse cigano adorava mexer com folhas. As suas ervas preferidas eram o cólchico e o timbó-mirim. Esta última é ramosa, de cor verde-esbranquiçada; sua flor é rosa. Essa erva dá uma vagem dentro da qual existem várias sementes iguais a um feijão, na cor azul. É da semente dessa erva que se faz o anil e era dessa semente que Pablo fazia o pó que utilizava para magias diversas.
Pablo também usava, como seu pai, um copo de couro e três dados grandes para fazer suas vidências.
A fase da lua da sua preferência era a crescente.
Aprendi tudo que era necessário aprender com os antigos da tribo, que para nós ciganos, são as pessoas mais sábias sobre a face da terra.
Durante o tempo em que chefiei a tribo sempre recorri a eles em busca de sabedoria para solucionar problemas ou quando tinha dúvidas ou quando necessitava tomar qualquer decisão que fosse de maior responsabilidade, nunca gostei de tomar qualquer decisão, sem antes consultar a sabedoria dos antigos.
Quando nasci, fui prometido como todos os ciganos a filha de um dos ciganos da tribo, crescemos juntos e aprendemos a gostar um do outro e assim foi até atingirmos a idade necessária para contrairmos o matrimonio, enquanto isso aprendi com os antigos, todos os truques e todas as magias ciganas.
E assim fiz, desencarnei nas mãos de um jovem cigano irado com o fato de meu filho ter desonrado a sua prometida. Deixei em desgraça uma jovem mulher e três filhos rezando a Santa Sara para que cuidasse de todos.
Durante o tempo que me foi permitido velar por minha tribo e minha família, fiquei ao lado de todos tentando colocar algum juízo na cabeça de meu filho, esperando que depois do fato acontecido ele resolvesse aceitar o seu destino, mesmo depois de tudo o que fiz, esse meu filho ainda se rebelou com o que fiz, continuou em sua busca de algo que nem ele sabia o que era.
Nessa sua busca desse algo, foi levando em seus passos o meu segundo filho, que sem o pai, estava completamente envolvido pelo irmão mais velho, tentei de todas as maneiras que pude e me foi permitido, influenciar ao primogênito o sentido de dever, não conseguindo meu intento e vendo que o meu tempo estava se escoando, fiz o que qualquer pai amoroso faria, mudei o meu objetivo para o segundo filho, que com mais jeito que o mais velho aceitou tudo o que eu pude passar para ele.
Descobri então que com o segundo filho, tudo era mais fácil, pois, este já trazia de berço todos os dons que me foram passados por gerações, então investi neste, sempre com o intuito de regenerar o mais velho, indicando ao mais novo o caminho dos antigos, fiz com que este filho conseguisse com o seu carinho trazer o mais velho de volta, pois o segundo filho mostrou-se mais sábio que o pai e abrindo os olhos do primeiro filho o trouxe para o seio da tribo.
Depois de regenerado o meu primeiro filho retomou o seu lugar na tribo, ocupou o meu lugar, o qual o meu segundo filho controlou com muita sabedoria, ate a volta do irmão. Ai eu pude seguir o meu caminho no astral ate o dia em que pude tornar a encontrar a minha amada, e voltar a montar a minha tribo no astral.
DESCRIÇÃO
Era moreno, de cabelos castanhos cacheados que iam até os ombros, costeletas e barbicha. Seus olhos eram esverdeados.
Quando fazia o seu pó e as suas magias, Pablo usava blusão verde-claro de mangas curtas, por cima usava um colete verde-folha; a calça era da mesma cor do colete, assim como o lenço que usava na cabeça, amarrado para o lado esquerdo.
Em dias de festa ele usava um blusão branco com mangas compridas bufantes e calças bufantes da mesma cor. Em cima do blusão vestia um colete de veludo azul-turquesa rebordado em pedras coloridas em tons claros. Na cintura usava uma faixa azul-clara brilhosa, na qual prendia o seu punhal de cabo de madrepérola. Na cabeça ele colocava um lenço azul-claro amarrado para o lado esquerdo.
Seus adereços
Pablo usava na orelha direita uma argola de ouro com uma minúscula turquesa. No pescoço ele trazia um cordão de ouro com um pingente em forma de dado, também feito de ouro.
Sua magia
Esse cigano adorava mexer com folhas. As suas ervas preferidas eram o cólchico e o timbó-mirim. Esta última é ramosa, de cor verde-esbranquiçada; sua flor é rosa. Essa erva dá uma vagem dentro da qual existem várias sementes iguais a um feijão, na cor azul. É da semente dessa erva que se faz o anil e era dessa semente que Pablo fazia o pó que utilizava para magias diversas.
Pablo também usava, como seu pai, um copo de couro e três dados grandes para fazer suas vidências.
A fase da lua da sua preferência era a crescente.
CIGANO WLADIMIR
A mesma observação que já por algumas vezes fiz, fica valendo aqui, ou seja, são inúmeras as interpretações dadas para a vida dessa magnânima Entidade Espiritual chamada Wladimir, um Cigano que tem seu nome respeitado e, talvez, ao lado de Santa Sarah, seja a Entidade mais cultuada dentro da chamada Linha do Oriente ou Povo do Oriente. Por essa sua popularidade e, mais que tudo, como gratidão ao seu bondoso Espírito, sempre protetor e amigo em nossa vida pessoal, é que resolvi falar um pouco dele aqui.
Escolhi duas das histórias mais correntes, a primeira versão, muito antiga por sinal e que corre de boca em boca, diz que Wladimir apaixonou-se perdidamente uma Cigana de sua Tribo, só que esse sentimento pela tal Cigana também surgiu dentro do coração de seu irmão. Para decidir a questão, o irmão de Wladimir propôs um duelo em que ambos disputariam a amada.
Para não fugir à tradição, conta-se que Wladimir aceitou a proposta e dirigiu-se então para o tal duelo, porém, na hora exata de desfechar o golpe, percebeu ele que levaria vantagem, só que essa vantagem significava a possibilidade de matar o próprio irmão. Aí, então, Wladimir tem uma reação totalmente surpreendente para todos que assistiam o duelo, ou seja, não agrediu, ao contrário, não esboçou qualquer reação e, assim então, acabou sendo apunhalado pelo próprio irmão, caindo morto em seguida.
A continuidade da história tem um desfecho um tanto quanto trágico, pois a tal Cigana vendo seu amado caído no chão, morto com um punhal cravado no peito, caiu por sobre seu corpo e chorando retirou o punhal do peito de Wladimir , cravando-o em seguida em seu próprio peito, ato este que culminou, também, em sua morte.
Outra versão, essa enviada por uma amiga e pesquisadora de Cultura Egípcia e Cigana. Segundo essa amiga a versão a seguir chegou até ela contata por uma Cigana mesmo, ou seja pessoa de etnia Cigana.
Conta-se que o Cigano Wladimir era de origem eslava (Indo-Européia), e que se apaixonou perdidamente por Esmeralda, que assim a chamavam por gostar de trabalhar em magia de cura com pedras verdes (a pedra Esmeralda é verde!) e também gostava desta pedra para o seu uso pessoal, por isto esse apelido; mas ela se casou com outro, pois já estava prometida. Wladimir se desesperou e começou a beber descontroladamente.
Mais tarde, um pouco conformado, mas ainda apaixonado, passa a trabalhar com magia para unir os casais. Muitos anos depois, com eles já um pouco idosos, eles se unem, mas ficam pouco tempo juntos, pois ela logo morre.
Seja de que forma for, queridos leitores, o fato é que Wladimir é hoje uma Entidade de muita luz, sempre evocada com muito carinho por todos os amantes da Cultura Cigana, principalmente por aqueles que mantém algum tipo de ligação, volto a dizer, com as gloriosas Entidades Espirituais Ciganas, hoje brilhando como pontos luminosos, na Estrada de Estrelas do Espaço Infinito.
CIGANO WLADIMIR,era moreno-claro, de olhos e cabelos pretos.
Wladimir usava roupas diferentes, conforme a fase da lua.
O detalhe constante nessas roupas é que a calça era sempre da mesma cor do colete de veludo que ele vestia por cima da blusa.
Na Lua cheia ele usava blusão vermelho com colete e calça azul-turquesa; na Lua crescente, blusão branco, colete e calça brancos rebordados com fios de prata;
na Lua nova, blusão azul-turquesa, colete e calça vermelhos rebordados com pedras coloridas; e,
na Lua minguante, blusão branco de mangas compridas, colete e calça marrons e uma faixa branca na cintura.
Em todas as fases da Lua ele usava na cintura uma faixa branca, na qual trazia o seu punhal de prata.
SEUS ADEREÇOS
O lenço que Wladimir usava na cabeça era de cores diferentes, conforme a fase da Lua.
Era azul na Lua cheia, branco no quarto crescente e vermelho na Lua nova.
Na orelha esquerda ele trazia uma argola de ouro e, no pescoço, um cordão de ouro com um medalhão antigo de seu clã.
SUA MAGIA
O Cigano Wladimir aprendeu a tocar violino com seis anos de idade.
Hoje, quando chega à Terra como espírito,pede logo o seu violino e começa a tocar antigas músicas eslavas.
Um detalhe importante: quem tem esse Cigano na aura não precisa saber tocar violino, pois, ao chegar, ele traz a essência da música.
A FAMILIA DO CIGANO WLADIMIR
Tudo que sabemos sobre a família do Cigano Wladimir é que, quando ele tinha três meses de vida, seus pais morreram. Sabemos que isso ocorreu em uma tragédia, mas não sabemos como ela se deu; isso é um mistério guardado a sete chaves.
Sabemos que a família era numerosa, mas só escaparam da tragédia a Cigana Wlanira e seus irmãos gêmeos, Wladimir e Wlanasha. Foi Wlanira quem criou as crianças, dando-lhes o carinho e o amor de irmã e de mãe. Ela se juntou a um grupo de nômades e formou com eles uma só família cigana no mundo.
O tempo passou e os gêmeos cresceram. Ao completar 13 anos, Wlanasha casou-se com o Cigano Turmanof e, nos anos seguintes, teve três filhos: Ludimilha, Úrsula e Revek Turmanof.
Seis anos depois do casamento da irmã, quando já contava 19 anos de idade, Wladimir veio a se casar com a Cigana Singuala, seguindo as antigas tradições e o ritual cigano. Após um ano de casamento, nasceu sua filha Raiza Singuala e, três anos depois, o menino Wladivisk, assim formou-se a família do Cigano Wladimir.
Raiza Singuala não chegou a se casar, pois fez a passagem com 13 anos. Wladivisk também não formou família, pois desencarnou cedo, com 18 anos. Por coincidência, ele passou para o mundo espiritual no mesmo dia em que a irmã havia falecido anos antes.
Os filhos de Wlanasha construíram novas famílias. Ludimilha casou-se com o Cigano Baruque e teve um filho que se chamou Landufo.
Úrsula casou-se com o Cigano Nabel e deu à luz onze filhos. O primeiro foi Helânio. Depois vieram, pela ordem de nascimento, a menina Indra; o menino Latâncio; as meninas Urânia, Ruda e as gêmeas Nadja e Inajá; os meninos Narciso e Pompilho; a menina Romana e o menino Laio.
Revek Turmanof casou-se com a Cigana Iudi, que deu à luz cinco filhos, na seguinte ordem: as meninas Roshana e Zarda, o menino Zuriel e as meninas Hosana e Islena.
Esse é o mistério de Wladimir.
Trecho retirado do livro:
“Ciganos do Passado, Espíritos do Presente –
Ana da Cigana Natasha- PALLAS EDTORA
Escolhi duas das histórias mais correntes, a primeira versão, muito antiga por sinal e que corre de boca em boca, diz que Wladimir apaixonou-se perdidamente uma Cigana de sua Tribo, só que esse sentimento pela tal Cigana também surgiu dentro do coração de seu irmão. Para decidir a questão, o irmão de Wladimir propôs um duelo em que ambos disputariam a amada.
Para não fugir à tradição, conta-se que Wladimir aceitou a proposta e dirigiu-se então para o tal duelo, porém, na hora exata de desfechar o golpe, percebeu ele que levaria vantagem, só que essa vantagem significava a possibilidade de matar o próprio irmão. Aí, então, Wladimir tem uma reação totalmente surpreendente para todos que assistiam o duelo, ou seja, não agrediu, ao contrário, não esboçou qualquer reação e, assim então, acabou sendo apunhalado pelo próprio irmão, caindo morto em seguida.
A continuidade da história tem um desfecho um tanto quanto trágico, pois a tal Cigana vendo seu amado caído no chão, morto com um punhal cravado no peito, caiu por sobre seu corpo e chorando retirou o punhal do peito de Wladimir , cravando-o em seguida em seu próprio peito, ato este que culminou, também, em sua morte.
Outra versão, essa enviada por uma amiga e pesquisadora de Cultura Egípcia e Cigana. Segundo essa amiga a versão a seguir chegou até ela contata por uma Cigana mesmo, ou seja pessoa de etnia Cigana.
Conta-se que o Cigano Wladimir era de origem eslava (Indo-Européia), e que se apaixonou perdidamente por Esmeralda, que assim a chamavam por gostar de trabalhar em magia de cura com pedras verdes (a pedra Esmeralda é verde!) e também gostava desta pedra para o seu uso pessoal, por isto esse apelido; mas ela se casou com outro, pois já estava prometida. Wladimir se desesperou e começou a beber descontroladamente.
Mais tarde, um pouco conformado, mas ainda apaixonado, passa a trabalhar com magia para unir os casais. Muitos anos depois, com eles já um pouco idosos, eles se unem, mas ficam pouco tempo juntos, pois ela logo morre.
Seja de que forma for, queridos leitores, o fato é que Wladimir é hoje uma Entidade de muita luz, sempre evocada com muito carinho por todos os amantes da Cultura Cigana, principalmente por aqueles que mantém algum tipo de ligação, volto a dizer, com as gloriosas Entidades Espirituais Ciganas, hoje brilhando como pontos luminosos, na Estrada de Estrelas do Espaço Infinito.
CIGANO WLADIMIR,era moreno-claro, de olhos e cabelos pretos.
Wladimir usava roupas diferentes, conforme a fase da lua.
O detalhe constante nessas roupas é que a calça era sempre da mesma cor do colete de veludo que ele vestia por cima da blusa.
Na Lua cheia ele usava blusão vermelho com colete e calça azul-turquesa; na Lua crescente, blusão branco, colete e calça brancos rebordados com fios de prata;
na Lua nova, blusão azul-turquesa, colete e calça vermelhos rebordados com pedras coloridas; e,
na Lua minguante, blusão branco de mangas compridas, colete e calça marrons e uma faixa branca na cintura.
Em todas as fases da Lua ele usava na cintura uma faixa branca, na qual trazia o seu punhal de prata.
SEUS ADEREÇOS
O lenço que Wladimir usava na cabeça era de cores diferentes, conforme a fase da Lua.
Era azul na Lua cheia, branco no quarto crescente e vermelho na Lua nova.
Na orelha esquerda ele trazia uma argola de ouro e, no pescoço, um cordão de ouro com um medalhão antigo de seu clã.
SUA MAGIA
O Cigano Wladimir aprendeu a tocar violino com seis anos de idade.
Hoje, quando chega à Terra como espírito,pede logo o seu violino e começa a tocar antigas músicas eslavas.
Um detalhe importante: quem tem esse Cigano na aura não precisa saber tocar violino, pois, ao chegar, ele traz a essência da música.
A FAMILIA DO CIGANO WLADIMIR
Tudo que sabemos sobre a família do Cigano Wladimir é que, quando ele tinha três meses de vida, seus pais morreram. Sabemos que isso ocorreu em uma tragédia, mas não sabemos como ela se deu; isso é um mistério guardado a sete chaves.
Sabemos que a família era numerosa, mas só escaparam da tragédia a Cigana Wlanira e seus irmãos gêmeos, Wladimir e Wlanasha. Foi Wlanira quem criou as crianças, dando-lhes o carinho e o amor de irmã e de mãe. Ela se juntou a um grupo de nômades e formou com eles uma só família cigana no mundo.
O tempo passou e os gêmeos cresceram. Ao completar 13 anos, Wlanasha casou-se com o Cigano Turmanof e, nos anos seguintes, teve três filhos: Ludimilha, Úrsula e Revek Turmanof.
Seis anos depois do casamento da irmã, quando já contava 19 anos de idade, Wladimir veio a se casar com a Cigana Singuala, seguindo as antigas tradições e o ritual cigano. Após um ano de casamento, nasceu sua filha Raiza Singuala e, três anos depois, o menino Wladivisk, assim formou-se a família do Cigano Wladimir.
Raiza Singuala não chegou a se casar, pois fez a passagem com 13 anos. Wladivisk também não formou família, pois desencarnou cedo, com 18 anos. Por coincidência, ele passou para o mundo espiritual no mesmo dia em que a irmã havia falecido anos antes.
Os filhos de Wlanasha construíram novas famílias. Ludimilha casou-se com o Cigano Baruque e teve um filho que se chamou Landufo.
Úrsula casou-se com o Cigano Nabel e deu à luz onze filhos. O primeiro foi Helânio. Depois vieram, pela ordem de nascimento, a menina Indra; o menino Latâncio; as meninas Urânia, Ruda e as gêmeas Nadja e Inajá; os meninos Narciso e Pompilho; a menina Romana e o menino Laio.
Revek Turmanof casou-se com a Cigana Iudi, que deu à luz cinco filhos, na seguinte ordem: as meninas Roshana e Zarda, o menino Zuriel e as meninas Hosana e Islena.
Esse é o mistério de Wladimir.
Trecho retirado do livro:
“Ciganos do Passado, Espíritos do Presente –
Ana da Cigana Natasha- PALLAS EDTORA
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