sábado, 1 de fevereiro de 2014
OS CIGANOS NA UMBANDA
Assim como ocorre nas demais linhas, legiões e falanges que atuam na Umbanda, também os espíritos ciganos estão a serviço do mundo astral, sustentados por seus hierarcas, que são espíritos antigos e evoluídos de seu povo.
Essa linha ou corrente cigana é ampliada com o acolhimento de espíritos ciganos ou de espíritos não ciganos, mas que possuem afinidade com esse povo e são merecedores de trabalhar no contexto espiritual.
Embora não tenham tido seu alicerce espiritual na Umbanda, são detentores de uma riquíssima tradição magística, conhecem os mistérios da Mãe Natureza e manifestam-se na incorporação há bastante tempo, em rituais próprios.
Eles sempre reverenciam e atendem aos Sagrados Orixás.
Conheça a tradição cigana e a atuação desse povo na Umbanda, que vem para trabalhar, com seus cantos alegres, danças e rituais mágicos, em uma belíssima missão de luz e caridade.
fonte: do livro Os ciganos na Umbanda
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
CIGANOS - TENTANDO DESMISTIFICAR
POVO ORIENTE:
é uma Falange em grande ascensão dentro da Umbanda, chegando aos Terreiros na vibração de Xangô, normalmente conhecidos como mentores são Mestres de povos do oriente com grande desenvolvimento espiritual e conhecimento profundo de vários assuntos. São muito cultos e responsáveis, de poucas palavras e muito trabalho. Apresentam-se de forma humilde e simples, não necessitando de nenhum tipo de oferenda além da fé e da dedicação de seus aparelhos, além de exigirem o cumprimento de regras básicas para uma melhor interpenetração de energias com seus médiuns. Têm uma vibração extremamente sutil. E esperam que seus médiuns cumpram sua parte no que se refere ao preparo correto para trabalhar com suas energias. Trabalham mais pela irradiação do que pela incorporação propriamente dita.
CIGANOS DO ORIENTE:
composta por aqueles que em encarnações anteriores tiveram grande conhecimento da espititualidade e de magia, a maioria encarnou entre o Povo Cigano e de tal povo preferiram guardar a imagem com a qual aparecem para nós. Em geral denominam-se Ciganos do Oriente, para situarem de onde vêm, pois viveram no antigo oriente médio ou no extremo oriente. São mais antigos, lembram-se de tempos mais remotos em que foram conhecedores do poder e da magia dos antigos templos.Não são tão sutis quanto o Povo do Oriente, mas também não são tão mundanos quanto os Ciganos (europeus, apenas para explicar). Levam tudo muito à sério, mas também são alegres, gostam de cantorias , bebem licores,vinho branco,chás de frutas, alguns fumam outros não, “Comem” (oferendas) comidas ciganas e muitas frutas e frutos da terra.Gostam muito de flores em suas oferendas e trabalham com cristais, cromoterapia, numerologia, astrologia,limpezas de aura, uso dos chacras, fluidoterapia, fluidificação de água com fins curativos, aromoterapia, tarot, e outros jogos e magias de seu conhecimento.Gostam muito de trabalhar com a cura física e com a doutrinação que cura espiritualmente.
CIGANOS:
Povo nômade com grande conhecimento de magia , muito alegre, dançante, raça que tem conhecimento de muitos povos justamente por sua origem nômade e sua capacidade de num só tempo cultivar suas tradições e adaptar-se a novos lugares e costumes. Ao contrário dos Ciganos do Oriente, não passaram suas vidas no oriente, e sim em andanças pela Europa e alguns países do Oriente próximo , alguns poucos passaram pela Ásia, na altura da Índia, mas em geral vêm da Europa, e dos países da antiga cortina de ferro. Trabalham muito com magia do amor e de prosperidade. Bebem, fumam, e seu cardápio inclui as comidas ciganas tradicionais, frutos e frutas. Jogam cartas , lêem mãos São devotos de Santa Sara Kali, e de Nossa Senhora Aparecida. São católicos em sua maioria.
ESPÍRITOS CIGANOS:
Estes são mais cultuados pelos Espiritualistas e pelo Povo Cigano (encarnado), onde segundo os Ciganos(encarnados) os espíritos não podem falar por não Ciganos, mas os nossos irmãos Espiritualistas discordam dessa afirmativa.
POMBAGIRAS CIGANAS/ EXÚ CIGANO:
Não são , em geral ciganos de origem , tornam-se “ciganos” em função do seu modo de vida que levaram e/ou porque buscam o conhecimento da magia cigana para trabalharem, ou porque em algum tempo em suas vidas passadas conviveram com esse povo e dele adquiriram alguns hábitos, mas podemos encontrar entre estes ciganos, pois como em qualquer povo existe a necessidade de resgate de suas faltas. Podemos encontrar também entre a malandragem alguns espíritos de ex-ciganos que reencarnaram e se tornaram Malandros ( nem todos os Malandros se enquadram nesta afirmativa).
IMPORTANTE:
Eu fiz uma adaptação de um texto da irmã Cristina Zecchinelli, que escreveu Sob irradiação e Orientação da Cigana da Estrada do Oriente, fiz a adaptação por não concordar com alguns fatos descritos no texto da nossa irmã.
O que temos que ter em mente é o respeito ao Povo Cigano(encarnado), pois estes foram perseguidos, em toda sua história desde os primórdios deste planeta, não temos direito de viver da cultura desse Povo, apenas vivemos o que nos é permitido, em nada contribui ao Médium de Umbanda e sua Mediunidade querer saber a vida de tal espírito, pois isso leva ao Médium a mistificação e isso não é bom a nenhum adepto de Umbanda, de nada adianta saber cor de roupa, perfume, isso ou aquilo, pois a história e apetrechos de trabalho quem irá dar é o Guia e não as histórias que lemos por aí e admito que a maioria das histórias contidas neste site é de cunho espiritualista e não Umbandistas, então as mesmas de nada adianta para a Umbanda. Respeitemos a cultura de um Povo e seu sofrimento, pois eles sim são o Povo Cigano e os Espíritos Ciganos seus ancestrais, nós somos apenas instrumentos de trabalho desses espíritos e não devemos dizer porque trabalhamos com espírito que se diz ter sido um cigano em vida, é que temos vínculos sanguíneos com esse Povo maravilhoso.
fonte:Povo de Aruanada
é uma Falange em grande ascensão dentro da Umbanda, chegando aos Terreiros na vibração de Xangô, normalmente conhecidos como mentores são Mestres de povos do oriente com grande desenvolvimento espiritual e conhecimento profundo de vários assuntos. São muito cultos e responsáveis, de poucas palavras e muito trabalho. Apresentam-se de forma humilde e simples, não necessitando de nenhum tipo de oferenda além da fé e da dedicação de seus aparelhos, além de exigirem o cumprimento de regras básicas para uma melhor interpenetração de energias com seus médiuns. Têm uma vibração extremamente sutil. E esperam que seus médiuns cumpram sua parte no que se refere ao preparo correto para trabalhar com suas energias. Trabalham mais pela irradiação do que pela incorporação propriamente dita.
CIGANOS DO ORIENTE:
composta por aqueles que em encarnações anteriores tiveram grande conhecimento da espititualidade e de magia, a maioria encarnou entre o Povo Cigano e de tal povo preferiram guardar a imagem com a qual aparecem para nós. Em geral denominam-se Ciganos do Oriente, para situarem de onde vêm, pois viveram no antigo oriente médio ou no extremo oriente. São mais antigos, lembram-se de tempos mais remotos em que foram conhecedores do poder e da magia dos antigos templos.Não são tão sutis quanto o Povo do Oriente, mas também não são tão mundanos quanto os Ciganos (europeus, apenas para explicar). Levam tudo muito à sério, mas também são alegres, gostam de cantorias , bebem licores,vinho branco,chás de frutas, alguns fumam outros não, “Comem” (oferendas) comidas ciganas e muitas frutas e frutos da terra.Gostam muito de flores em suas oferendas e trabalham com cristais, cromoterapia, numerologia, astrologia,limpezas de aura, uso dos chacras, fluidoterapia, fluidificação de água com fins curativos, aromoterapia, tarot, e outros jogos e magias de seu conhecimento.Gostam muito de trabalhar com a cura física e com a doutrinação que cura espiritualmente.
CIGANOS:
Povo nômade com grande conhecimento de magia , muito alegre, dançante, raça que tem conhecimento de muitos povos justamente por sua origem nômade e sua capacidade de num só tempo cultivar suas tradições e adaptar-se a novos lugares e costumes. Ao contrário dos Ciganos do Oriente, não passaram suas vidas no oriente, e sim em andanças pela Europa e alguns países do Oriente próximo , alguns poucos passaram pela Ásia, na altura da Índia, mas em geral vêm da Europa, e dos países da antiga cortina de ferro. Trabalham muito com magia do amor e de prosperidade. Bebem, fumam, e seu cardápio inclui as comidas ciganas tradicionais, frutos e frutas. Jogam cartas , lêem mãos São devotos de Santa Sara Kali, e de Nossa Senhora Aparecida. São católicos em sua maioria.
ESPÍRITOS CIGANOS:
Estes são mais cultuados pelos Espiritualistas e pelo Povo Cigano (encarnado), onde segundo os Ciganos(encarnados) os espíritos não podem falar por não Ciganos, mas os nossos irmãos Espiritualistas discordam dessa afirmativa.
POMBAGIRAS CIGANAS/ EXÚ CIGANO:
Não são , em geral ciganos de origem , tornam-se “ciganos” em função do seu modo de vida que levaram e/ou porque buscam o conhecimento da magia cigana para trabalharem, ou porque em algum tempo em suas vidas passadas conviveram com esse povo e dele adquiriram alguns hábitos, mas podemos encontrar entre estes ciganos, pois como em qualquer povo existe a necessidade de resgate de suas faltas. Podemos encontrar também entre a malandragem alguns espíritos de ex-ciganos que reencarnaram e se tornaram Malandros ( nem todos os Malandros se enquadram nesta afirmativa).
IMPORTANTE:
Eu fiz uma adaptação de um texto da irmã Cristina Zecchinelli, que escreveu Sob irradiação e Orientação da Cigana da Estrada do Oriente, fiz a adaptação por não concordar com alguns fatos descritos no texto da nossa irmã.
O que temos que ter em mente é o respeito ao Povo Cigano(encarnado), pois estes foram perseguidos, em toda sua história desde os primórdios deste planeta, não temos direito de viver da cultura desse Povo, apenas vivemos o que nos é permitido, em nada contribui ao Médium de Umbanda e sua Mediunidade querer saber a vida de tal espírito, pois isso leva ao Médium a mistificação e isso não é bom a nenhum adepto de Umbanda, de nada adianta saber cor de roupa, perfume, isso ou aquilo, pois a história e apetrechos de trabalho quem irá dar é o Guia e não as histórias que lemos por aí e admito que a maioria das histórias contidas neste site é de cunho espiritualista e não Umbandistas, então as mesmas de nada adianta para a Umbanda. Respeitemos a cultura de um Povo e seu sofrimento, pois eles sim são o Povo Cigano e os Espíritos Ciganos seus ancestrais, nós somos apenas instrumentos de trabalho desses espíritos e não devemos dizer porque trabalhamos com espírito que se diz ter sido um cigano em vida, é que temos vínculos sanguíneos com esse Povo maravilhoso.
fonte:Povo de Aruanada
USOS E COSTUMES DOS CIGANOS
Ao longo do tempo, após sua chegada à Europa, os ciganos foram acusados de toda
espécie de crime pelas populações sedentárias, que não entendiam como um povo poderia viver com tanta liberdade, sem apego a uma terra determinada.
Além disso, da admiração inicial, fomentada, principalmente pelos líderes religiosos,
iniciando-se pelo Arcebispo de Paris, quem primeiro ligou os ciganos à bruxaria, os
ciganos passaram a ser vistos como verdadeiros inimigos da fé cristã, que contra eles
lançou um processo sistemático de perseguição e destruição.
As lendas que ligam os ciganos aos sofrimentos da Sagrada Família, da morte das
crianças em Belém, da traição de Judas e do roubo do quarto cravo foram criadas com o
fim específico de jogar contra esse povo a ira cristã, já que essas lendas não resistem à
mais superficial análise histórica, tratada com a seriedade com que foi elaborada a
pesquisa lingüística que determinou a origem desse povo.
Assim, além dessas lendas infames e destinadas a desacreditar os ciganos, outras
acusações foram sendo acrescentadas. Bruxaria, feitiçaria, canibalismo e outras barbaridades foram atribuídas aos ciganos, enquanto eram sistemática e metodicamente
perseguidos.
Esse comportamento ainda hoje persiste. Os ciganos ainda são relacionados a tudo de
ruim que possa acontecer numa comunidade e sua chegada muitas vezes é motivo de
reações até violentas da parte de cidadãos menos esclarecidos.
Associam-nos ainda a roubos, desastres naturais, como ventanias e tempestades, além
de toda sorte de trapaças e falsificações.
Na raiz de tudo isso encontra-se o fato inegável de que ciganos e gadjos têm modos
diferentes de encarar a vida. A ignorância é a principal causa desse tratamento dispensado pelos sedentários aos ciganos, pois não conseguem compreender esse estilo de vida.
Fonte do Livro: Ciganos, os filhos do vento – Lourivaldo Perez Baçan
espécie de crime pelas populações sedentárias, que não entendiam como um povo poderia viver com tanta liberdade, sem apego a uma terra determinada.
Além disso, da admiração inicial, fomentada, principalmente pelos líderes religiosos,
iniciando-se pelo Arcebispo de Paris, quem primeiro ligou os ciganos à bruxaria, os
ciganos passaram a ser vistos como verdadeiros inimigos da fé cristã, que contra eles
lançou um processo sistemático de perseguição e destruição.
As lendas que ligam os ciganos aos sofrimentos da Sagrada Família, da morte das
crianças em Belém, da traição de Judas e do roubo do quarto cravo foram criadas com o
fim específico de jogar contra esse povo a ira cristã, já que essas lendas não resistem à
mais superficial análise histórica, tratada com a seriedade com que foi elaborada a
pesquisa lingüística que determinou a origem desse povo.
Assim, além dessas lendas infames e destinadas a desacreditar os ciganos, outras
acusações foram sendo acrescentadas. Bruxaria, feitiçaria, canibalismo e outras barbaridades foram atribuídas aos ciganos, enquanto eram sistemática e metodicamente
perseguidos.
Esse comportamento ainda hoje persiste. Os ciganos ainda são relacionados a tudo de
ruim que possa acontecer numa comunidade e sua chegada muitas vezes é motivo de
reações até violentas da parte de cidadãos menos esclarecidos.
Associam-nos ainda a roubos, desastres naturais, como ventanias e tempestades, além
de toda sorte de trapaças e falsificações.
Na raiz de tudo isso encontra-se o fato inegável de que ciganos e gadjos têm modos
diferentes de encarar a vida. A ignorância é a principal causa desse tratamento dispensado pelos sedentários aos ciganos, pois não conseguem compreender esse estilo de vida.
Fonte do Livro: Ciganos, os filhos do vento – Lourivaldo Perez Baçan
LEIS, CORES E VESTES CIGANAS
Identificados pelo apreço à vestimenta, dentes de ouro, chapéus e botas de boiadeiro, os Calon, assim como os Rom, têm enorme estima pela família e são, diferentemente do que se prega, muito afeitos ao tradicionalismo.
Segundo a pesquisa de Teixeira, embora as mulheres possam amamentar publicamente, estão absolutamente proibidas de mostrar acima das pernas.
O sexo é basicamente voltado para a reprodução, o erotismo é bastante privado e a virgindade pré-marital é norma.
Como se organizam em pequenos núcleos, os ciganos, embora respondam à constituição nacional, têm leis muito próprias.
"Porém não se sabe ao certo como são essas leis. Em casos especiais é chamado um Tribunal Cigano, expressamente proibido para os gadjos", conta Fábio José Dantas de Melo, indicando que nessas reuniões os anciões se encontram por vários dias até encontrar um veredicto.
"Há toda uma etiqueta para se convocar um desses tribunais. É exigido de quem convoca que possa garantir alimentação e moradia para aqueles que vêm de longe para a reunião", explica.
Segundo Melo, o preconceito contra aqueles que estão menos inseridos politicamente sempre vai existir, mas ao compreender esses grupos, passa-se a vê-los como pares, vizinhos e cidadãos do país.
Texto adaptado de Julia Dietrich
Segundo a pesquisa de Teixeira, embora as mulheres possam amamentar publicamente, estão absolutamente proibidas de mostrar acima das pernas.
O sexo é basicamente voltado para a reprodução, o erotismo é bastante privado e a virgindade pré-marital é norma.
Como se organizam em pequenos núcleos, os ciganos, embora respondam à constituição nacional, têm leis muito próprias.
"Porém não se sabe ao certo como são essas leis. Em casos especiais é chamado um Tribunal Cigano, expressamente proibido para os gadjos", conta Fábio José Dantas de Melo, indicando que nessas reuniões os anciões se encontram por vários dias até encontrar um veredicto.
"Há toda uma etiqueta para se convocar um desses tribunais. É exigido de quem convoca que possa garantir alimentação e moradia para aqueles que vêm de longe para a reunião", explica.
Segundo Melo, o preconceito contra aqueles que estão menos inseridos politicamente sempre vai existir, mas ao compreender esses grupos, passa-se a vê-los como pares, vizinhos e cidadãos do país.
Texto adaptado de Julia Dietrich
segunda-feira, 18 de julho de 2011
A FORÇA DO POVO CIGANO
Os ciganos são uma das energias entoadas na Umbanda para a realização de trabalhos. A energia cigana é junto com a energia da quimbanda uma das forças executoras.
Tam bem as entidades que trabalham nessa linha possuem ligação com o terra a terra e com as necessidades humanas, mas são sobretudo feiticeiros.
Os feitiços realizados dentro dessa linha espiritual são os mais fortes da Umbanda e protegem, coração, dinheiro e poder, enquanto canalizados ao bem.
Os ciganos são também violentos em defesa daquilo que acreditam.
Em sua essência são livres e corajosos, dão grande importância à família e cuidam de seus velhos.
De enorme beleza apreciam o canto e a dança, cultuam o fogo e dependem dele. Não apenas prevêem o futuro, mas também, tem capacidade de absorver e entender as energias que se encontram rodeando o consulente, para então, poder posicioná-lo dentro de uma ou outra escolha.
São orgulhosos e gostam de vestimentas alegres e perfeitas, tem um grande poder de sedução e são seduzidos pela beleza da dança e pelo calor do fogo. Não são entidades que devem ser chamadas quando se fazem necessárias energias mais etéreas e não combativas.
São entidades que tem em sua beleza e seus feitiços uma de suas maiores forças. Seus trabalhos são efetivos e levam a abertura material.
Sabem falar ao coração, porque do coração falam. E lidam com as energias e poder de atração, utilizando-as quando necessário for. Mas não fazem qualquer tipo de amarração, porque, como todas as entidades que trabalham dentro da Umbanda, respeitam o livre arbítrio de cada uma das almas.
Portanto filhos são os ciganos sim os indicados para resolverem problemas do coração, mas não peçam nunca a eles que obriguem espíritos a permanecerem juntos.
Poderão sim clarear mente e coração objeto do amor, quando assim for necessário e sempre visando o bem. Mas nunca irão realizar trabalhos para amarrar qualquer um a quem quer que seja.
A Umbanda respeita, antes de tudo o livre arbítrio. Mas sim, podem fazer com que as almas se encontrem e consigam perceber que tem muito que aprender uma com a outra.
Também, como as outras entidades, desfazem trabalhos, libertando do mau desejado o consulente, mas nunca enviando esse mau àquele que o desejou.
O motivo é simples: não cabe aos ciganos, como a todas as outras entidades julgarem ou executarem vinganças. Não. Apenas afastam a energia negativa ou o espírito sem luz que se prestou a paga, fazendo-o seguir adiante, tentando em primeiro momento explicar o que caminho correto é o da luz, mas se assim não for possível, fazendo-as seguir seus caminhos e não mais pertubarem o consulente, porque então estará esse protegido pela vibração cigana.
As paixões, os grandes amores, as seduções fazem parte da energia cigana. Ciganos e ciganas dançam a luz da lua. São entidades que brilham no fogo e que trazem do fogo muito de seua força.
Mas cuidado filho ao pedir a um cigano qualquer auxílio para conquistar um determinado amor. Muito cuidado, porque é preciso saber primeiro se realmente esse amor é o melhor caminho.
Nenhum espírito será conduzido a outro se não por seu livre arbítrio, mas ao abrirem os ciganos os olhos daqueles a quem pretende o consulente conquistar, podem despertar neles o interesse. E então não mais invisível se fará quem pediu o trabalho, pois, como a luz da lua, brilhara em noite escura.
Mas então o consulente terá aberto um caminho, do qual será amplamente responsável. Com essas entidades e com corações não se brinca, A ninguém é dado conquistar pelo simples prazer da conquista, seduzir pelo simples prazer da sedução, porque isso levará ao sofrimento e todo sofrimento a uma paga.
O fogo atrai, mas queima. O trabalho feito por uma entidade cigana pode queimar aquele que pretenda utilizá-lo para seu próprio ego, ferindo os que envolvidos foram.
E a paga não será pequena, porque disseminar a paixão de forma inconseqüente é muito mais grave do que simplesmente deixar que ela ocorra naturalmente. Então filhos não achem que ao ficarem visíveis para o objeto de desejo, e se for única e exclusivamente esse o objetivo, num auto alimentar de egos, não terão que em algum momento pagar.
Sim, pagarão. E caro. Assim filhos ao pedir a uma entidade cigana um trabalho de amor, pense não uma, mas centenas de vezes se é o que efetivamente deseja, para que não atraia a si um karma maior.
“Ciganos: Sedução, Paixão, Amor.
do Livro: Umbanda para a vida
Tam bem as entidades que trabalham nessa linha possuem ligação com o terra a terra e com as necessidades humanas, mas são sobretudo feiticeiros.
Os feitiços realizados dentro dessa linha espiritual são os mais fortes da Umbanda e protegem, coração, dinheiro e poder, enquanto canalizados ao bem.
Os ciganos são também violentos em defesa daquilo que acreditam.
Em sua essência são livres e corajosos, dão grande importância à família e cuidam de seus velhos.
De enorme beleza apreciam o canto e a dança, cultuam o fogo e dependem dele. Não apenas prevêem o futuro, mas também, tem capacidade de absorver e entender as energias que se encontram rodeando o consulente, para então, poder posicioná-lo dentro de uma ou outra escolha.
São orgulhosos e gostam de vestimentas alegres e perfeitas, tem um grande poder de sedução e são seduzidos pela beleza da dança e pelo calor do fogo. Não são entidades que devem ser chamadas quando se fazem necessárias energias mais etéreas e não combativas.
São entidades que tem em sua beleza e seus feitiços uma de suas maiores forças. Seus trabalhos são efetivos e levam a abertura material.
Sabem falar ao coração, porque do coração falam. E lidam com as energias e poder de atração, utilizando-as quando necessário for. Mas não fazem qualquer tipo de amarração, porque, como todas as entidades que trabalham dentro da Umbanda, respeitam o livre arbítrio de cada uma das almas.
Portanto filhos são os ciganos sim os indicados para resolverem problemas do coração, mas não peçam nunca a eles que obriguem espíritos a permanecerem juntos.
Poderão sim clarear mente e coração objeto do amor, quando assim for necessário e sempre visando o bem. Mas nunca irão realizar trabalhos para amarrar qualquer um a quem quer que seja.
A Umbanda respeita, antes de tudo o livre arbítrio. Mas sim, podem fazer com que as almas se encontrem e consigam perceber que tem muito que aprender uma com a outra.
Também, como as outras entidades, desfazem trabalhos, libertando do mau desejado o consulente, mas nunca enviando esse mau àquele que o desejou.
O motivo é simples: não cabe aos ciganos, como a todas as outras entidades julgarem ou executarem vinganças. Não. Apenas afastam a energia negativa ou o espírito sem luz que se prestou a paga, fazendo-o seguir adiante, tentando em primeiro momento explicar o que caminho correto é o da luz, mas se assim não for possível, fazendo-as seguir seus caminhos e não mais pertubarem o consulente, porque então estará esse protegido pela vibração cigana.
As paixões, os grandes amores, as seduções fazem parte da energia cigana. Ciganos e ciganas dançam a luz da lua. São entidades que brilham no fogo e que trazem do fogo muito de seua força.
Mas cuidado filho ao pedir a um cigano qualquer auxílio para conquistar um determinado amor. Muito cuidado, porque é preciso saber primeiro se realmente esse amor é o melhor caminho.
Nenhum espírito será conduzido a outro se não por seu livre arbítrio, mas ao abrirem os ciganos os olhos daqueles a quem pretende o consulente conquistar, podem despertar neles o interesse. E então não mais invisível se fará quem pediu o trabalho, pois, como a luz da lua, brilhara em noite escura.
Mas então o consulente terá aberto um caminho, do qual será amplamente responsável. Com essas entidades e com corações não se brinca, A ninguém é dado conquistar pelo simples prazer da conquista, seduzir pelo simples prazer da sedução, porque isso levará ao sofrimento e todo sofrimento a uma paga.
O fogo atrai, mas queima. O trabalho feito por uma entidade cigana pode queimar aquele que pretenda utilizá-lo para seu próprio ego, ferindo os que envolvidos foram.
E a paga não será pequena, porque disseminar a paixão de forma inconseqüente é muito mais grave do que simplesmente deixar que ela ocorra naturalmente. Então filhos não achem que ao ficarem visíveis para o objeto de desejo, e se for única e exclusivamente esse o objetivo, num auto alimentar de egos, não terão que em algum momento pagar.
Sim, pagarão. E caro. Assim filhos ao pedir a uma entidade cigana um trabalho de amor, pense não uma, mas centenas de vezes se é o que efetivamente deseja, para que não atraia a si um karma maior.
“Ciganos: Sedução, Paixão, Amor.
do Livro: Umbanda para a vida
quarta-feira, 29 de junho de 2011
OS CIGANOS NO BRASIL
A trajetória dos ciganos no Brasil começa no ano de 1574 com a chegada do primeiro cigano que se tem notícia. Muitos eram nomeados Meirinhos da Corte, pessoas que levavam as notícias e comunicados do Reino a todas as Terras Brasileiras. Trabalhando também como Bandeirantes.
Nestas inúmeras “levas” o número de Kalons era grande, e se destacavam com os principais sobrenomes: Monteiro, Savedra, Silva, Torres, Pereira, Ferreira, Lopes, Costa, Coelho, Carvalho, Torquato, Figueiredo e Alves, uma prova adicional de sua origem portuguesa. O Rom mais ilustre que chegou ao Brasil foi Jan Nepomuscky Kubitschek , que trabalhou como marceneiro em Diamantina, embora não sabemos se acompanhado da Rromhá. Conhecido com João Alemão, deve ter entrado no Brasil por volta de 1830-1835, casando-se pouco depois com uma brasileira. O primeiro foi João Nepomuceno Kubitschek, que viria a ser um destacado político. O segundo foi Augusto Elias Kubitschek, um comerciante. Augusto Kubitschek foi designado como delegado de polícia. Também consta que teve pelo menos uma filha, Júlia Kubitschek, que viria a ser a mãe de Juscelino Kubitschek. Ou seja, um dos mais queridos presidentes do Brasil do Século XX foi um cigano, ou pelo menos um descendente de ciganos.
O primeiro que se tem notícia a chegar no Brasil, foi o cigano João de Torres que veio com sua mulher e filhos. Portugal desde 1526 já fazia leis (preconceituosas) contra os ciganos, e em virtude de precisarem de ferreiros e forjadores de armamentos os mandaram para esta Colônia distante para servir ao reino de Portugal.
Algumas destas “LEIS”, elaboradas pelo Reino Português eram absurdas, eis algumas delas (os livros que citam estas leis de processo documental histórico se encontram no Gabinete Real de Leitura Portuguesa, situado na Rua Luiz de Camões, próximo a Praça Tiradentes no Rio de Janeiro/RJ).
Em 1686, são expulsos de Espanha, Portugal e das Colônias Portuguesas na África, ao virem para o Brasil entraram por Maranhão e Pernambuco, se espalhando aos poucos por todo Brasil. Os lugares que registram mais ciganos na atualidade são: Rio de Janeiro, (havia inclusive no Centro do RJ, há muito tempo atrás uma rua que se chamava Rua dos Ciganos. Hoje Rua da Constituição) Rio Grande do Sul e nas diversas fronteiras que tem o nosso país. Aqui nesta Terra, foi um pouco melhor, mas não deixaram de enfrentar preconceitos. Os que chegaram mais ainda estavam sobre o domínio dos Portugueses, eram proibidos de falar o Romanê, e esta lei só caiu em desuso no ano de 1900. Eram destinados a trabalhar na forja. Fabricavam ferraduras, ferramentas, apetrechos domésticos e outros.
Com a sua facilidade de “andar” pelo mundo, eram nomeados Meirinhos da Corte, pessoas que levavam as notícias e comunicados do Reino a todas as Terras Brasileiras. Trabalhando mais tarde também como Bandeirantes.
Nestas inúmeras “levas” o número de Calons era grande, e se destacavam com os principais sobrenomes: Monteiros, Savedras, Silvas e Torres.
Sendo o Ferreira comum aos ciganos de outros Clãs vindos da Espanha. Inúmeros ciganos serviram ao Exército Brasileiro nas mais diferentes épocas, em busca de moedas de ouro e sossego. E quando as damas da corte sabiam que estes militares comandados eram ciganos, sabiam de ante mão que eram casados com ciganas e da-lhes as importunar, em busca de amor, poções e outros xavecos. As mesmas que exerciam seu preconceito, na ocasião das missas, freqüentavam suas Tsaras escondidas à tarde para tudo lhes pedir.
E assim é até hoje para muitos. Muitos ciganos em virtude da sobrevivência, omitem o fato por causa do preconceito, só exercendo sua ciganidade em casa, e nas festas dos clãs, dos quais jamais se separam. Hoje no Brasil há uma prova muito grande que mostra o preconceito contra os ciganos. Existem associações específicas, Ongs que defendem tudo. Gays e lésbicas, Negros, Judeus, Mulheres, Crianças e tem mesmo razão para existir. Só os ciganos que tem que contar exclusivamente com seu Clã. Isto prova que para todas as sociedades do mundo nós não existimos.
Os gadjós (alguns), tem arraigado muitas “verdades” sobre nós e só nos querem em festas e bailes. Para encantar magias ou se infiltrar conosco. Por isso nesta Nova Era os ciganos decidiram se abrir um pouco, para que seja amenizado este círculo de incompreensão sobre o nosso povo. E temos tido muito êxito, muitos gadjós, se aproximam como irmãos no mundo, se aproximam da beleza do universo cigano para trocar boas energias, graças a Deus.
fonte:Ramona Torres
Nestas inúmeras “levas” o número de Kalons era grande, e se destacavam com os principais sobrenomes: Monteiro, Savedra, Silva, Torres, Pereira, Ferreira, Lopes, Costa, Coelho, Carvalho, Torquato, Figueiredo e Alves, uma prova adicional de sua origem portuguesa. O Rom mais ilustre que chegou ao Brasil foi Jan Nepomuscky Kubitschek , que trabalhou como marceneiro em Diamantina, embora não sabemos se acompanhado da Rromhá. Conhecido com João Alemão, deve ter entrado no Brasil por volta de 1830-1835, casando-se pouco depois com uma brasileira. O primeiro foi João Nepomuceno Kubitschek, que viria a ser um destacado político. O segundo foi Augusto Elias Kubitschek, um comerciante. Augusto Kubitschek foi designado como delegado de polícia. Também consta que teve pelo menos uma filha, Júlia Kubitschek, que viria a ser a mãe de Juscelino Kubitschek. Ou seja, um dos mais queridos presidentes do Brasil do Século XX foi um cigano, ou pelo menos um descendente de ciganos.
O primeiro que se tem notícia a chegar no Brasil, foi o cigano João de Torres que veio com sua mulher e filhos. Portugal desde 1526 já fazia leis (preconceituosas) contra os ciganos, e em virtude de precisarem de ferreiros e forjadores de armamentos os mandaram para esta Colônia distante para servir ao reino de Portugal.
Algumas destas “LEIS”, elaboradas pelo Reino Português eram absurdas, eis algumas delas (os livros que citam estas leis de processo documental histórico se encontram no Gabinete Real de Leitura Portuguesa, situado na Rua Luiz de Camões, próximo a Praça Tiradentes no Rio de Janeiro/RJ).
Em 1686, são expulsos de Espanha, Portugal e das Colônias Portuguesas na África, ao virem para o Brasil entraram por Maranhão e Pernambuco, se espalhando aos poucos por todo Brasil. Os lugares que registram mais ciganos na atualidade são: Rio de Janeiro, (havia inclusive no Centro do RJ, há muito tempo atrás uma rua que se chamava Rua dos Ciganos. Hoje Rua da Constituição) Rio Grande do Sul e nas diversas fronteiras que tem o nosso país. Aqui nesta Terra, foi um pouco melhor, mas não deixaram de enfrentar preconceitos. Os que chegaram mais ainda estavam sobre o domínio dos Portugueses, eram proibidos de falar o Romanê, e esta lei só caiu em desuso no ano de 1900. Eram destinados a trabalhar na forja. Fabricavam ferraduras, ferramentas, apetrechos domésticos e outros.
Com a sua facilidade de “andar” pelo mundo, eram nomeados Meirinhos da Corte, pessoas que levavam as notícias e comunicados do Reino a todas as Terras Brasileiras. Trabalhando mais tarde também como Bandeirantes.
Nestas inúmeras “levas” o número de Calons era grande, e se destacavam com os principais sobrenomes: Monteiros, Savedras, Silvas e Torres.
Sendo o Ferreira comum aos ciganos de outros Clãs vindos da Espanha. Inúmeros ciganos serviram ao Exército Brasileiro nas mais diferentes épocas, em busca de moedas de ouro e sossego. E quando as damas da corte sabiam que estes militares comandados eram ciganos, sabiam de ante mão que eram casados com ciganas e da-lhes as importunar, em busca de amor, poções e outros xavecos. As mesmas que exerciam seu preconceito, na ocasião das missas, freqüentavam suas Tsaras escondidas à tarde para tudo lhes pedir.
E assim é até hoje para muitos. Muitos ciganos em virtude da sobrevivência, omitem o fato por causa do preconceito, só exercendo sua ciganidade em casa, e nas festas dos clãs, dos quais jamais se separam. Hoje no Brasil há uma prova muito grande que mostra o preconceito contra os ciganos. Existem associações específicas, Ongs que defendem tudo. Gays e lésbicas, Negros, Judeus, Mulheres, Crianças e tem mesmo razão para existir. Só os ciganos que tem que contar exclusivamente com seu Clã. Isto prova que para todas as sociedades do mundo nós não existimos.
Os gadjós (alguns), tem arraigado muitas “verdades” sobre nós e só nos querem em festas e bailes. Para encantar magias ou se infiltrar conosco. Por isso nesta Nova Era os ciganos decidiram se abrir um pouco, para que seja amenizado este círculo de incompreensão sobre o nosso povo. E temos tido muito êxito, muitos gadjós, se aproximam como irmãos no mundo, se aproximam da beleza do universo cigano para trocar boas energias, graças a Deus.
fonte:Ramona Torres
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